Pensamentos nefastos
tomaram-me conta.
Tua face rosada
me assombra.
Me excita.
Com o corpo em chamas,
O torpor do momento
em teu movimento
me doma.
Eu sei que não devo.
Eu Sei.
Devia eu
não saber.
Se lhe poupo a inocência.
Lhe perco em prazer.
Quê eu faço?
Pequenina,
Eu te faço
só minha.
Óh menina,
Eu te faço
feliz.
Um sorriso
em teu rosto
lhe peço.
É tudo
que quero.
O quê eu
sempre quis.
Egoísta.
Eu já sei:
Me tornei.
Nunca antes
rompera
mi' lei:
"Não amar"
Ela é minha
e só minha.
Eu a amo.
Paradoxal
essa vida.
Nada
se resolve.
Tudo
se distorce.
Tudo
se complica.
-Me ama?
-Me sente?
-Em verdade?
Como o
podes saber
em tão pouca idade?
Cego, vou eu:
Te acredito.
Mas dances comigo.
essa noite.
Eu só quero você.
Me afoite.
Vamos celebrar a sorte.
Então vem.
antes que eu acorde
...do sonho.
E me veja
sem ti
outra vez.
E sobre estas rimas,
só quero que queimem.
Que ardam.
Que morram.
É agora.
É a hora,
querida.
Dessa vez
nossa vez
é pra sempre.
terça-feira, 27 de agosto de 2013
domingo, 25 de agosto de 2013
Jovem Bruxa
Outras moças,
sejam elas
belas,
as mais donzelas,
já não lhes quero.
Aprecio sereno
dum doce veneno.
Óh, isso é vero.
Chocado ficara.
Eu o vira,
tremendo de horror.
Pasmado olhava,
sofria...
de amor.
Pele branca,
um verde olhar.
Para-se o tempo
num belo momento
a despertar.
Não sei na verdade
se vivo a realidade
ou se estou a sonhar.
Um ruivo traço,
nos cachos negros.
Doces amassos,
beijos e abraços.
Amáveis zelos.
Fresca inocência.
Sinto a essência,
em teus cabelos.
Buquês de flores,
um apelido.
Se tu quiseres,
eu buscarei
o infinito
Só para
te dar.
Veria eu
o paraíso.
Meu mundo
se iluminando
em teu sorriso,
em teu olhar.
sejam elas
belas,
as mais donzelas,
já não lhes quero.
Aprecio sereno
dum doce veneno.
Óh, isso é vero.
Chocado ficara.
Eu o vira,
tremendo de horror.
Pasmado olhava,
sofria...
de amor.
Pele branca,
um verde olhar.
Para-se o tempo
num belo momento
a despertar.
Não sei na verdade
se vivo a realidade
ou se estou a sonhar.
Um ruivo traço,
nos cachos negros.
Doces amassos,
beijos e abraços.
Amáveis zelos.
Fresca inocência.
Sinto a essência,
em teus cabelos.
Buquês de flores,
um apelido.
Se tu quiseres,
eu buscarei
o infinito
Só para
te dar.
Veria eu
o paraíso.
Meu mundo
se iluminando
em teu sorriso,
em teu olhar.
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
Sentimento Elementar
Tens os lábios
gentis como a água.
Um toque de fogo
Em tuas palavras.
Me vejo voar
em tua mente
e sorrio contente
Ao pensar.
Gaya tem boa memória
E conhece a história
de nossas luas.
Sabe de cor o enredo
das minhas
tão tuas
lembranças.
Brincamos, sorrimos,
caímos, dançamos.
Crianças.
Eternas crianças,
pra sempre.
Bravio mar
do destino.
Guia ao sombrio
Final.
Não há certo
ou errado.
Não são separados
o bem e o mal.
Como lua
na terra,
me beija.
Só seja
você.
Ladra e morde.
Bate e corre.
E ousa.
Minha
Tão minha,
só minha
raposa.
E eu?
Sou só teu.
Todo seu.
Sempre fui.
E nosso elo,
tão belo,
só evolui.
Te vejo confusa.
Me matas,
me usas,
não fiques assim,
por favor.
Nefilim,
Em teu sofrimento
É meu o tormento
sem fim.
E mesmo no escuro
É sempre
Tão puro
O amor.
Branca da neve,
dos lábios rosados.
Teu laranja fogo
te queres beijar.
Deusa da terra
E da Lua.
Minha'alma é tua
Vamos nos casar.
Me desculpe
por tudo,
meu bem.
Se minh'alma te ama,
meu corpo também.
Te quero,
te sinto,
Sou teu refém.
Num manto negro
Salpicadas estrelas
por nuvens d'entre.
Eu te amo, pequena.
Agora
E para sempre.
gentis como a água.
Um toque de fogo
Em tuas palavras.
Me vejo voar
em tua mente
e sorrio contente
Ao pensar.
Gaya tem boa memória
E conhece a história
de nossas luas.
Sabe de cor o enredo
das minhas
tão tuas
lembranças.
Brincamos, sorrimos,
caímos, dançamos.
Crianças.
Eternas crianças,
pra sempre.
Bravio mar
do destino.
Guia ao sombrio
Final.
Não há certo
ou errado.
Não são separados
o bem e o mal.
Como lua
na terra,
me beija.
Só seja
você.
Ladra e morde.
Bate e corre.
E ousa.
Minha
Tão minha,
só minha
raposa.
E eu?
Sou só teu.
Todo seu.
Sempre fui.
E nosso elo,
tão belo,
só evolui.
Te vejo confusa.
Me matas,
me usas,
não fiques assim,
por favor.
Nefilim,
Em teu sofrimento
É meu o tormento
sem fim.
E mesmo no escuro
É sempre
Tão puro
O amor.
Branca da neve,
dos lábios rosados.
Teu laranja fogo
te queres beijar.
Deusa da terra
E da Lua.
Minha'alma é tua
Vamos nos casar.
Me desculpe
por tudo,
meu bem.
Se minh'alma te ama,
meu corpo também.
Te quero,
te sinto,
Sou teu refém.
Num manto negro
Salpicadas estrelas
por nuvens d'entre.
Eu te amo, pequena.
Agora
E para sempre.
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Flores de Inverno
Suspira.
Teu corpo transpira.
Tu' unhas me encravam
a pele.
Contorce.
Me beija,
me morde.
Minha branca
de neve.
Arrepiada
tu cantas
tremido.
Sussurra
ao ouvido:
-Te amo.-
Fico feliz
quando ficas
comigo.
Me doma
na cama
-Quê faço contigo?-
E é assim.
Eu com ela
E ela comigo.
Doces amassos,
beijos e abraços.
Castos gemidos.
Tão pura,
tão casta,
tão louca.
Me arrasta
pra junto de si.
Me beije
me bata
não saio daqui.
Difícil
É dizer
"Eu te amo".
Lembro-me,
em pranto
aqui.
Minha guria
O quê eu faria
sem ti?
E se nas poesias,
me perco nas linhas
tão puras,
tão minhas...
Não sei.
E nos doces encantos
da moça,
Eu te amo,
raposa.
Fizeste-me um rei.
Sou teu lobo.
Teu corpo transpira.
Tu' unhas me encravam
a pele.
Contorce.
Me beija,
me morde.
Minha branca
de neve.
Arrepiada
tu cantas
tremido.
Sussurra
ao ouvido:
-Te amo.-
Fico feliz
quando ficas
comigo.
Me doma
na cama
-Quê faço contigo?-
E é assim.
Eu com ela
E ela comigo.
Doces amassos,
beijos e abraços.
Castos gemidos.
Tão pura,
tão casta,
tão louca.
Me arrasta
pra junto de si.
Me beije
me bata
não saio daqui.
Difícil
É dizer
"Eu te amo".
Lembro-me,
em pranto
aqui.
Minha guria
O quê eu faria
sem ti?
E se nas poesias,
me perco nas linhas
tão puras,
tão minhas...
Não sei.
E nos doces encantos
da moça,
Eu te amo,
raposa.
Fizeste-me um rei.
Sou teu lobo.
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