Do litoral até
as terras áridas
a voz surgiu
d'um povo protestante.
Su' majestade
em argumentos últimos
já suspendeu a todos
os levantes.
Se fez em dor,
em inverdades.
Deixando o pobre
estar a própria sorte.
Em teu seio,
desigualdade,
o jovem nasce
condenado a própria morte.
Óh, paz armada,
escancarada,
salve, salve.
Adeus.
Um sonho eu tenho,
um sonho vívido.
De que um dia viverás
tempos dourados.
Se vê cantando, um povo.
Acesa a chama.
Paz ao futuro
Inglórias no passado.
Se temes a injustiça
e a má sorte,
Verás que um filho teu
não foge a luta.
Nem teme aí afora
a própria morte.
Óh, brava alma.
Belezas mil.
Governo vil.
Nação calada.
Sou filho
desse solo
ó mãe gentil.
E o saber
é nossa espada.
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
Luares Ocultos
Por dentro jazia, tu morto.
Tantas mãos lhe sentiram as curvas,
tantos lábios tocaram-lhe o corpo.
Amada Selena,
Tão bela, tão fria e serena.
Dara por órfão, seu filho.
Perdido na vida terrena,
fizera de si sua Helena.
Enxergou em Narciso, um amigo.
Dedicou-se ao estudo das partes.
Tinha um mestre:
Era o mestre de todas as artes.
Tal se via na Escola de Atenas,
envolto a figuras pequenas.
Aquele que à França parte.
O Divino vivera estes dias.
E Rafael, rumo aos céus, pincelava.
Mil tons de beleza.
Tamanha riqueza sandia
se via nas telas pintadas.
Afrodite lançou-lhe a magia,
e Eros, as setas.
Mas já não sentia.
Não fosse por essas,
ou outras.
Pois já não sentia o sentir.
A alma era fria,
e ele sabia
que só saberia
olhar para si.
Quando era ainda pequeno,
um toque de Apolo ganhara.
Provara e cuspira o veneno,
do amor com quê tanto sonhava.
Traçou com firmeza outros passos.
Queria não mais ficar por ali.
Na beleza dos traços,
na riqueza da prosa,
se encantara com os laços
das formas, das rimas, das rosas.
Finalmente se via, encantado.
Seus pais, orgulhosos, ao lado.
"Nós nunca saímos daqui".
Tantas mãos lhe sentiram as curvas,
tantos lábios tocaram-lhe o corpo.
Amada Selena,
Tão bela, tão fria e serena.
Dara por órfão, seu filho.
Perdido na vida terrena,
fizera de si sua Helena.
Enxergou em Narciso, um amigo.
Dedicou-se ao estudo das partes.
Tinha um mestre:
Era o mestre de todas as artes.
Tal se via na Escola de Atenas,
envolto a figuras pequenas.
Aquele que à França parte.
O Divino vivera estes dias.
E Rafael, rumo aos céus, pincelava.
Mil tons de beleza.
Tamanha riqueza sandia
se via nas telas pintadas.
Afrodite lançou-lhe a magia,
e Eros, as setas.
Mas já não sentia.
Não fosse por essas,
ou outras.
Pois já não sentia o sentir.
A alma era fria,
e ele sabia
que só saberia
olhar para si.
Quando era ainda pequeno,
um toque de Apolo ganhara.
Provara e cuspira o veneno,
do amor com quê tanto sonhava.
Traçou com firmeza outros passos.
Queria não mais ficar por ali.
Na beleza dos traços,
na riqueza da prosa,
se encantara com os laços
das formas, das rimas, das rosas.
Finalmente se via, encantado.
Seus pais, orgulhosos, ao lado.
"Nós nunca saímos daqui".
sábado, 26 de outubro de 2013
Chuva de Verão
Há muito,
As rosas murcharam,
Os ventos morreram.
As poesias,
tão frias
já não mais
lhe falam.
E os amantes
já adormeceram.
Pesadelos amargos,
fatos passados
e mal-passados.
Românticos são
os vagueios.
Em mil
devaneios
eu vejo
e revejo
os sorrisos.
Agora em verdade,
a realidade
é o meu paraíso.
Sem destino,
Sem rumo,
sem rota,
sem prazo.
Na estrada
inclinada
do ócio
me atraso.
Me perco
e me acho
outra vez.
As árvores secas,
a terra rachada.
No relógio,
já são dezenove.
Do teu negro véu,
Óh meu céu,
por quê não mais chove?
Já fez outro mês.
Acordara.
Os olhos abrindo,
e fechando.
Por tanto sonhara,
que quando se abriram,
se abriram
em pranto.
Já não enxergava.
Se vivera,
vivera em sonho.
E em vida,
já não
mais sabia
viver.
Olhos de criança,
sem esperança.
Cadê o teu brilho
tão natural?
Já nem mais se vê.
Entra na dança,
criança.
Não cansa.
Não canses
do teu
ideal.
O doce
do amargo
pecado,
já não
é notado.
Só lembra você.
Eis meu mal.
Não mais negarei:
Eu ainda te lembro.
E é nesse momento,
que vejo:
Tamanha tolice.
Tu mesmo
te disses.
Em ti,
escolhestes
negar.
Eu neguei.
E mais uma vez
negaria.
Em seus olhos,
eu via!
E sentia!
Já não mais havia
do quê duvidar.
do quê duvidar.
Me enganei.
terça-feira, 17 de setembro de 2013
Fogo
Palavras silvas.
Palavras soltas.
Insossas
palavras.
Apenas palavras.
Sem pena.
Não chores.
Fala arrastada,
Falsas risadas.
É tão demorada
a morte serena.
A besta
ardente
renasce.
O homem,
por ela,
morreu.
Sou fogo.
Sou louco.
Sou lobo.
Sou eu.
A besta
ardente
renasce.
O homem,
por ela,
morreu.
Sou fogo.
Sou louco.
Sou lobo.
Sou eu.
Passo por dentro
da dor,
e sorrio chorando.
Gozando do ardor
dessa doce
chibata.
Vejo
em tu' face
o horror.
Tu sofrias.
Era tal
o amor,
que a ti
maltratava.
Não leves a mal.
Eu já antes caíra,
e me vira
no mar
tão revolto.
Não leves a mal.
Eu sorrira,
e a vida seguira.
Sou bravo.
Sou louco.
Sou eu.
-É tudo só caça-
Já disse-te
o lobo.
É coisa de raça,
sinta-me
em fogo
a arder.
E presa
é presa.
Sem pressa.
-Só essa-
me sente
te ouço gemer.
A besta
ardente,
renasce.
O homem,
por ela,
morreu.
Sou fogo.
Sou louco.
Sou lobo.
Sou eu.
Cada uma,
em suma
beleza.
Tamanha riqueza
é o teu
vislumbrar.
Não fales
mais nada.
De peito arfante,
arrepio constante.
Te sinto suar,
junto a mim.
Sente o calor.
Entra em torpor.
Te tiro a roupa,
me beija a boca,
faço-te louca.
Tão simples assim.
São beijos,
são flores
e afagos.
Suspira
e contorce
em meus braços.
-Ora pois,
-Ora pois,
te controles.
Não podes gritar-
Não grite.
Só goze.
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
Impasse
Engole em seco.
Nas batidas
me perco
e me encontro.
Como um falcão,
o olhar é firme.
Faces suadas,
mãos preparadas:
Armas em riste.
Inspira outra vez,
Mexe os dedos.
É a vez de vocês
não há volta.
E quem tem boa memória
se lembra.
Em impasses armados
não existe vitória.
Nunca houve.
Tempo
impiedoso
e veloz.
Me lembro,
às vezes,
de nós.
Na calçada
da rua.
Brincando
na Lua.
Em tua luz.
Os momentos
se foram.
Tormentos restaram.
E mataram
as tão nobres
lembranças.
Crianças?
Já fomos.
Não mais.
Vão homens,
vão armas.
Gloriosas
desgraças.
As balas zuniam
em vão.
Apenas soldados.
Sem mais coração.
Quê é isso?
Olha
no olho
da fera.
A morte
-tens sorte-,
O espera.
Da ponta
da arma,
um negro
deslumbre.
Teu suor,
bem pior:
virara chorume.
E teu corpo
tornara-se
pó.
Seu peito
gritante
arfava.
Tu' garganta
sem voz
lhe gritava.
Estás só.
Diga adeus.
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
La Follia
É noite de festa.
O céu e a terra
alegres,
a celebrar.
É noite de festa.
Um dia solene.
Teu dia, Selene.
E eu vim te amar,
minha Lua.
Tão bela
donzela,
vem vindo
outro ciclo solar.
Minha ruiva,
teu lobo
te uiva.
E vim pra te amar,
eu já disse.
Outra vez
tu verás
da mãe terra
as flores rosadas
exagerada
[primavera
Sempre tão bela,
não é?
Outra vez
tu vais ver,
-já verá-
O sol do verão
a brilhar
a dançar,
como se espera.
E teu brilho
tão vivo
de alívio
no olhar,
no outono virá.
Com o seco gramado,
As folhas e os galhos,
alaranjados retalhos
no chão.
Não se deixe
ao frio do inverno
render-se ao inferno
da solidão.
Nos dias
mais frios
encontrarás teu abrigo
Em meu coração
sempre quente.
Que os teus dias
por terra,
se continuem.
Que meus passos,
aos lados dos teus
perpetuem.
Deixa, vai.
Eu te quero,
e não quero
pra hoje.
Eu te quero
e só quero
pra sempre.
O tempo
é um rio
que corre
veloz.
Mas tudo
soa calmo
a tu' voz.
Doce voz,
meu amor.
Minha amada,
a batida apressada
só diz
que te amo.
Me desculpa,
não tenho mais nada
Além dessas linhas,
tão puras e minhas
a te dar.
Mas o meu pensamento
é, nesse momento,
o teu lar.
E sinceramente,
-Sorria contente,
mostra-me os dentes.-
Ele sempre será.
terça-feira, 27 de agosto de 2013
Notas de Dor
Pensamentos nefastos
tomaram-me conta.
Tua face rosada
me assombra.
Me excita.
Com o corpo em chamas,
O torpor do momento
em teu movimento
me doma.
Eu sei que não devo.
Eu Sei.
Devia eu
não saber.
Se lhe poupo a inocência.
Lhe perco em prazer.
Quê eu faço?
Pequenina,
Eu te faço
só minha.
Óh menina,
Eu te faço
feliz.
Um sorriso
em teu rosto
lhe peço.
É tudo
que quero.
O quê eu
sempre quis.
Egoísta.
Eu já sei:
Me tornei.
Nunca antes
rompera
mi' lei:
"Não amar"
Ela é minha
e só minha.
Eu a amo.
Paradoxal
essa vida.
Nada
se resolve.
Tudo
se distorce.
Tudo
se complica.
-Me ama?
-Me sente?
-Em verdade?
Como o
podes saber
em tão pouca idade?
Cego, vou eu:
Te acredito.
Mas dances comigo.
essa noite.
Eu só quero você.
Me afoite.
Vamos celebrar a sorte.
Então vem.
antes que eu acorde
...do sonho.
E me veja
sem ti
outra vez.
E sobre estas rimas,
só quero que queimem.
Que ardam.
Que morram.
É agora.
É a hora,
querida.
Dessa vez
nossa vez
é pra sempre.
tomaram-me conta.
Tua face rosada
me assombra.
Me excita.
Com o corpo em chamas,
O torpor do momento
em teu movimento
me doma.
Eu sei que não devo.
Eu Sei.
Devia eu
não saber.
Se lhe poupo a inocência.
Lhe perco em prazer.
Quê eu faço?
Pequenina,
Eu te faço
só minha.
Óh menina,
Eu te faço
feliz.
Um sorriso
em teu rosto
lhe peço.
É tudo
que quero.
O quê eu
sempre quis.
Egoísta.
Eu já sei:
Me tornei.
Nunca antes
rompera
mi' lei:
"Não amar"
Ela é minha
e só minha.
Eu a amo.
Paradoxal
essa vida.
Nada
se resolve.
Tudo
se distorce.
Tudo
se complica.
-Me ama?
-Me sente?
-Em verdade?
Como o
podes saber
em tão pouca idade?
Cego, vou eu:
Te acredito.
Mas dances comigo.
essa noite.
Eu só quero você.
Me afoite.
Vamos celebrar a sorte.
Então vem.
antes que eu acorde
...do sonho.
E me veja
sem ti
outra vez.
E sobre estas rimas,
só quero que queimem.
Que ardam.
Que morram.
É agora.
É a hora,
querida.
Dessa vez
nossa vez
é pra sempre.
domingo, 25 de agosto de 2013
Jovem Bruxa
Outras moças,
sejam elas
belas,
as mais donzelas,
já não lhes quero.
Aprecio sereno
dum doce veneno.
Óh, isso é vero.
Chocado ficara.
Eu o vira,
tremendo de horror.
Pasmado olhava,
sofria...
de amor.
Pele branca,
um verde olhar.
Para-se o tempo
num belo momento
a despertar.
Não sei na verdade
se vivo a realidade
ou se estou a sonhar.
Um ruivo traço,
nos cachos negros.
Doces amassos,
beijos e abraços.
Amáveis zelos.
Fresca inocência.
Sinto a essência,
em teus cabelos.
Buquês de flores,
um apelido.
Se tu quiseres,
eu buscarei
o infinito
Só para
te dar.
Veria eu
o paraíso.
Meu mundo
se iluminando
em teu sorriso,
em teu olhar.
sejam elas
belas,
as mais donzelas,
já não lhes quero.
Aprecio sereno
dum doce veneno.
Óh, isso é vero.
Chocado ficara.
Eu o vira,
tremendo de horror.
Pasmado olhava,
sofria...
de amor.
Pele branca,
um verde olhar.
Para-se o tempo
num belo momento
a despertar.
Não sei na verdade
se vivo a realidade
ou se estou a sonhar.
Um ruivo traço,
nos cachos negros.
Doces amassos,
beijos e abraços.
Amáveis zelos.
Fresca inocência.
Sinto a essência,
em teus cabelos.
Buquês de flores,
um apelido.
Se tu quiseres,
eu buscarei
o infinito
Só para
te dar.
Veria eu
o paraíso.
Meu mundo
se iluminando
em teu sorriso,
em teu olhar.
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
Sentimento Elementar
Tens os lábios
gentis como a água.
Um toque de fogo
Em tuas palavras.
Me vejo voar
em tua mente
e sorrio contente
Ao pensar.
Gaya tem boa memória
E conhece a história
de nossas luas.
Sabe de cor o enredo
das minhas
tão tuas
lembranças.
Brincamos, sorrimos,
caímos, dançamos.
Crianças.
Eternas crianças,
pra sempre.
Bravio mar
do destino.
Guia ao sombrio
Final.
Não há certo
ou errado.
Não são separados
o bem e o mal.
Como lua
na terra,
me beija.
Só seja
você.
Ladra e morde.
Bate e corre.
E ousa.
Minha
Tão minha,
só minha
raposa.
E eu?
Sou só teu.
Todo seu.
Sempre fui.
E nosso elo,
tão belo,
só evolui.
Te vejo confusa.
Me matas,
me usas,
não fiques assim,
por favor.
Nefilim,
Em teu sofrimento
É meu o tormento
sem fim.
E mesmo no escuro
É sempre
Tão puro
O amor.
Branca da neve,
dos lábios rosados.
Teu laranja fogo
te queres beijar.
Deusa da terra
E da Lua.
Minha'alma é tua
Vamos nos casar.
Me desculpe
por tudo,
meu bem.
Se minh'alma te ama,
meu corpo também.
Te quero,
te sinto,
Sou teu refém.
Num manto negro
Salpicadas estrelas
por nuvens d'entre.
Eu te amo, pequena.
Agora
E para sempre.
gentis como a água.
Um toque de fogo
Em tuas palavras.
Me vejo voar
em tua mente
e sorrio contente
Ao pensar.
Gaya tem boa memória
E conhece a história
de nossas luas.
Sabe de cor o enredo
das minhas
tão tuas
lembranças.
Brincamos, sorrimos,
caímos, dançamos.
Crianças.
Eternas crianças,
pra sempre.
Bravio mar
do destino.
Guia ao sombrio
Final.
Não há certo
ou errado.
Não são separados
o bem e o mal.
Como lua
na terra,
me beija.
Só seja
você.
Ladra e morde.
Bate e corre.
E ousa.
Minha
Tão minha,
só minha
raposa.
E eu?
Sou só teu.
Todo seu.
Sempre fui.
E nosso elo,
tão belo,
só evolui.
Te vejo confusa.
Me matas,
me usas,
não fiques assim,
por favor.
Nefilim,
Em teu sofrimento
É meu o tormento
sem fim.
E mesmo no escuro
É sempre
Tão puro
O amor.
Branca da neve,
dos lábios rosados.
Teu laranja fogo
te queres beijar.
Deusa da terra
E da Lua.
Minha'alma é tua
Vamos nos casar.
Me desculpe
por tudo,
meu bem.
Se minh'alma te ama,
meu corpo também.
Te quero,
te sinto,
Sou teu refém.
Num manto negro
Salpicadas estrelas
por nuvens d'entre.
Eu te amo, pequena.
Agora
E para sempre.
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Flores de Inverno
Suspira.
Teu corpo transpira.
Tu' unhas me encravam
a pele.
Contorce.
Me beija,
me morde.
Minha branca
de neve.
Arrepiada
tu cantas
tremido.
Sussurra
ao ouvido:
-Te amo.-
Fico feliz
quando ficas
comigo.
Me doma
na cama
-Quê faço contigo?-
E é assim.
Eu com ela
E ela comigo.
Doces amassos,
beijos e abraços.
Castos gemidos.
Tão pura,
tão casta,
tão louca.
Me arrasta
pra junto de si.
Me beije
me bata
não saio daqui.
Difícil
É dizer
"Eu te amo".
Lembro-me,
em pranto
aqui.
Minha guria
O quê eu faria
sem ti?
E se nas poesias,
me perco nas linhas
tão puras,
tão minhas...
Não sei.
E nos doces encantos
da moça,
Eu te amo,
raposa.
Fizeste-me um rei.
Sou teu lobo.
Teu corpo transpira.
Tu' unhas me encravam
a pele.
Contorce.
Me beija,
me morde.
Minha branca
de neve.
Arrepiada
tu cantas
tremido.
Sussurra
ao ouvido:
-Te amo.-
Fico feliz
quando ficas
comigo.
Me doma
na cama
-Quê faço contigo?-
E é assim.
Eu com ela
E ela comigo.
Doces amassos,
beijos e abraços.
Castos gemidos.
Tão pura,
tão casta,
tão louca.
Me arrasta
pra junto de si.
Me beije
me bata
não saio daqui.
Difícil
É dizer
"Eu te amo".
Lembro-me,
em pranto
aqui.
Minha guria
O quê eu faria
sem ti?
E se nas poesias,
me perco nas linhas
tão puras,
tão minhas...
Não sei.
E nos doces encantos
da moça,
Eu te amo,
raposa.
Fizeste-me um rei.
Sou teu lobo.
quarta-feira, 24 de julho de 2013
Despertar
E ela é assim
Branca,
dos lábios rosados,
ousados, então.
Me beija a boca,
te tiro a roupa,
me joga no chão.
É quente.
No corpo suado,
os lábios molhados
excitam mi' mente.
Raposa
de mãos ágeis
e hábeis
tão frágeis
Sorrio contente.
Não soa normal.
Em sonho eu te vira
me disses
-mentira!
que era real.
Quando veio de fato
o tal,
desistiras de mim
e tão simples assim,
fiquei mal.
Eu te amava,
sabia?
Eu te amei.
Sou amante
Sempre o serei.
Para amar-te,
vou a Marte.
E Vênus nos vê nus.
...Tão crus,
dados ao amor.
Onde se ama
se cuida
e não há dor.
ou não havia de haver.
Mas quisestes assim,
e eu te quero feliz
só me diga que "sim,
sou teu lobo".
-Matheus Cardoso
Branca,
dos lábios rosados,
ousados, então.
Me beija a boca,
te tiro a roupa,
me joga no chão.
É quente.
No corpo suado,
os lábios molhados
excitam mi' mente.
Raposa
de mãos ágeis
e hábeis
tão frágeis
Sorrio contente.
Não soa normal.
Em sonho eu te vira
me disses
-mentira!
que era real.
Quando veio de fato
o tal,
desistiras de mim
e tão simples assim,
fiquei mal.
Eu te amava,
sabia?
Eu te amei.
Sou amante
Sempre o serei.
Para amar-te,
vou a Marte.
E Vênus nos vê nus.
...Tão crus,
dados ao amor.
Onde se ama
se cuida
e não há dor.
ou não havia de haver.
Mas quisestes assim,
e eu te quero feliz
só me diga que "sim,
sou teu lobo".
-Matheus Cardoso
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