Do litoral até
as terras áridas
a voz surgiu
d'um povo protestante.
Su' majestade
em argumentos últimos
já suspendeu a todos
os levantes.
Se fez em dor,
em inverdades.
Deixando o pobre
estar a própria sorte.
Em teu seio,
desigualdade,
o jovem nasce
condenado a própria morte.
Óh, paz armada,
escancarada,
salve, salve.
Adeus.
Um sonho eu tenho,
um sonho vívido.
De que um dia viverás
tempos dourados.
Se vê cantando, um povo.
Acesa a chama.
Paz ao futuro
Inglórias no passado.
Se temes a injustiça
e a má sorte,
Verás que um filho teu
não foge a luta.
Nem teme aí afora
a própria morte.
Óh, brava alma.
Belezas mil.
Governo vil.
Nação calada.
Sou filho
desse solo
ó mãe gentil.
E o saber
é nossa espada.
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